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Você fuma?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) celebra anualmente, em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco. Na classificação atual, o Brasil ocupa o 34º lugar ao lado de Comores, país africano.

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Cedo demais

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Segure-me nos seus braços
Afaste-me do mal
Você nunca me decepcionará
Eu sei que você é apenas um bom homem
Você se cansará antes de vermos a terra
Você nunca me decepcionará
Ó, eu estive fugindo toda a minha vida
Eu fugi, eu fugi mesmo
É, eu estive esperando toda a minha vida
Você não chegou cedo, você não chegou cedo demais
Querido, eu o costurarei
Querido, eu o ajustarei no meu coração
Querido, eu o encontrarei
Querido, eu o manterei no meu coração
Você arriscará tudo isso por apenas um beijo
Eu prometo que não resistirei
Prometa que você não vai me conter
E qüando chegarmos num bom lugar
Vamos assegurar de não deixar rastros
Prometa que eles não vão nos rastrear
E eu estive fugindo toda a minha vida
Eu fugi, fugi mesmo
É, eu estive esperando toda a minha vida
Você não chegou cedo, você não chegou cedo demais
Querido, eu o costurarei
Querido, eu o ajustarei no meu coração
Querido, eu o encontrarei
Querido, eu o manterei no meu coração
Eu estive esperando toda a minha vida
Você não…

Quando um homem entra numa sala

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Quando um homem entra numa sala, ele traz consigo toda a sua vida. Ele tem um milhão de motivos para estar em qualquer lugar, basta perguntá-lo.

Se você ouvi-lo, ele lhe dirá como chegou lá. Como ele esqueceu aonde estava indo e que despertou. Se você ouvi-lo, ele lhe contará sobre a época em que pensava ser um anjo ou sonhava ser perfeito.

E então ele sorrirá com sabedoria, contente por ter percebido que o mundo não é perfeito.

Nós falhamos, porque queremos muito mais. Nós nos arruinamos, porque conseguimos essas coisas e desejamos o que tínhamos.


O órfão

Desde criança ele aprendeu a ser adulto. A juventude fora um privilégio do qüal não pôde se dar ao luxo de gozar.

É sempre assim! Qüando se é fruto de uma gravidez acidental, ganhar a vida não é uma escolha; é um fado.

Negligenciado aos braços de sua jovem e irresponsável genitora, também perdera os daqueles que o acolheram. Aos 10 anos, órfão de mãe; aos 15 de pai. A morte foi sua companheira prematuramente ignorando a inexperiência que o impedia de compreender em sua totalidade a força permanente e irreversível de tal.

Conviveu num ambiente hostil e sem amor e talvez por isso este sentimento confunda tanto a sua cabeça.

Uma de suas irmãs fora praticamente obrigada a recebê-lo; embora nunca o permitisse esquecer de que ele não era seu parente de fato. O maior erro do mundo foi mãe e pai terem te pego pra criar, clamava.

Não é de surpreender que raramente parasse em casa. Não ousava chamar de lar. Não achava que fosse justo.

Gostava de visitar aos amigos. Mais do que apreciar a companhia de…

Parada obrigatória

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Saber a hora de parar...

Talvez esta seja a maior de todas as sabedorias.
É um desafio! Principalmente nos dias de hoje em que prevalece a máxima do “nunca desista”, "foco, força e fé" etc.
Veja bem, não é minha intenção afirmar que deve-se desistir, não acreditar e sequer lutar. Não, de forma alguma!

Só que é importante pensar bem para não confundir a fraqueza da desistência com a sabedoria da parada.

Muitos de nós por não conseguirmos ter este discernimento ficamos presos em algo que não nos realiza, não edifica e nem frutifica. E isso acaba nos machucando e muitas vezes minando a nossa autoconfiança e autoestima por termos a sensação de estarmos estagnados.

Reflita comigo: um lutador que já apanhou tanto do adversário, a ponto de possivelmente morrer caso levante e receba mais um golpe. Seu treinador e ele mesmo estariam sendo covardes ao jogar a toalha e reconhecer a vitória do oponente? Será que essa não seria a hora de parar a luta? Não seria um ato de inteligência e d…

Fábio de Brito: quando a vida incita a arte

"De artista e louco todo mundo tem um pouco!” Essa é a definição por Fábio Inocêncio de Brito. Nascido no dia 23/04/1976 e natural da cidade de Puxinanã na Paraíba, desde pequeno já demonstrava as suas habilidades artísticas e empreendedoras.

Fábio fazia desenhos nas camisas dos colegas em troca de dinheiro. Basicamente suas ilustrações eram de caveiras, reflexo de uma infância rebelde típica de alguém que sempre via o mundo além do senso comum.
Por tal característica, Fábio muitas vezes se sentiu isolado e rejeitado, mas sempre contou com o apoio e incentivo da família. Seu pai o inscreveu em um curso de desenho para aprimorar suas habilidades, mas ao invés disso o menino quase foi privado da sua genialidade. A caminho da escola foi vítima de um assalto e sua arte foi censurada pelo medo durante uma década de sua vida.

No ano 2000, voltou a brincar com o lápis e ganhou seu primeiro prêmio nacional em um concurso realizado pela DirecTV® e intitulado de “A liberdade está em suas m…

A passageira ao lado

Ao contrário da maioria das pessoas ele sempre gostou de viajar em transportes coletivos. Não por alguma convicção anticapitalista, ambientalista ou quaisquer outro "ista" do tipo. Mas sim, pelas possibilidades. A certeza de que sempre haveria alguma novidade, pessoas diferentes, histórias diferentes, desconhecidos e todo o seu mundo a ser explorado o instigava profundamente.

Era um curioso compulsivo. Sempre foi. Mas não do tipo intrometido. Daqueles que lhe salta os olhos a ideia de aprender algo, conhecer, absorver, unir à sua bagagem de vida.

Uma data estava marcada. Uma nova jornada estava à vista.

Por mais peregrino que as páginas da sua história o descrevessem, nunca havia ido tão longe.

Coçava-se ao imaginar as possibilidades.

Havia uma mulher. Sempre há.

Com apenas um olhar de relance já detectou as suas características físicas mais chamativas: alta, pernas compridas, cabelos cacheados que certamente tocariam os seus quadris se estivessem molhados, boca pequena, láb…