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Resenhando "A alegoria da caverna"

A alegoria da caverna é o sétimo livro que compõe a obra "A república", de Platão, nela o autor relata um diálogo filosófico entre Sócrates e Glauco. No início dessa conversa, Sócrates usa uma analogia para que Glauco imagine prisioneiros acorrentados numa caverna onde só conseguiriam enxergar as sombras dos objetos projetadas na parede por uma fogueira na entrada da caverna. Em seguida, o filósofo estimula à reflexão sobre o que aconteceria caso um dos prisioneiros conseguisse escapar de lá experimentando algo totalmente diferente do que havia tido sua vida inteira. Como suas convicções seriam confrontadas? Como a sua compreensão do mundo seria transformada? E, se este eventualmente retornasse à caverna, como seria recepcionado pelos outros prisioneiros diante de sua nova percepção da realidade? O livro apresenta algumas metáforas que pode ser trazidas para o nosso cotidiano como forma de facilitar a compreensão dos ensinamentos do filósofo: qualquer um de nós pode ser um do

Sentenciando "O caso dos exploradores de cavernas"

Inicio a minha argumentação saudando todos os meus nobres colegas colegiados que assim como eu têm essa dura missão de analisar e sentenciar tal fato que aflige a todos. Compadeço-me com todos por entender quão difícil é avocar para si a decisão de definir o futuro de um cidadão, ainda mais neste caso, cujo não apenas o futuro, mas a vida de quatro cidadãos da nossa Confederação. Entendo perfeitamente a opção do nosso presidente do tribunal por fazer cumprir o seu ofício seguindo o rigor da lei, porém apelando para a clemência executiva superar a sua decisão. Compreendo o nosso colega Foster por enveredar pelo jusnaturalismo convencendo-se de que os réus estariam num "estado de natureza" e não de sociedade civil para assim, livrá-los da culpa justificando que por tal razão não seria cabível aplicá-los às leis de uma sociedade da qual, embora momentaneamente, eles não fariam parte. Exercito a empatia ao colega Tatting que optou por abster-se do fardo de condenar homens desespe

Curiosidades do casamento espanhol

1. El dicho popular Temos um ditado popular famoso no Brasil que diz: "Chuva e sol, casamento de espanhol.", porém a sua origem é controversa. Há várias teorias do surgimento, das quais podemos citar três: o casamento na Espanha é considerado um evento importantíssimo! Tanto que nas festa mais tradicionais, há,  no mínimo, duzentos convidados , então o ditado seria uma espécie de "faça chuva ou faça sol, teremos casamento"; devido ao relevo e geografia montanhosa da Espanha, seria muito comum que mesmo em dias ensolarados, também pudesse chover; a rivalidade na península ibérica também seria uma explicação. Há, inclusive, um outro ditado famoso em Portugal dizendo "Da Espanha, nem bom vento, nem bom casamento.", portanto a ideia seria de algo ruim, em que mesmo fazendo sol, se um espanhol for casar, vai chover. Talvez esse pensamento seja inspirado no casamento histórico e conturbado entre Dom João VI e Dona Carlota Joaquina. 2. La mantilla Assim como no B

O homem que conduz

Alfredo conduz seu carro; é o seu trabalho. Trabalha das cinco da manhã até as oito da noite. Alguns dias, volta pra casa às dez ou onze da noite e está cansado. Mas gosta de conduzir seu carro. No seu veículo, escuta sobre os momentos e os dias dos seus passageiros - as pessoas para quem conduz. No seu carro, Alfredo escuta ao rádio, e quando faz calor afora, com as janelas abertas, escuta à cidade. Agrada-lhe escutar aos seus passageiros quando está no seu carro. São todos diferentes, com diferentes histórias, batalhas, objetivos, conflitos, cidades, às vezes até países. Na semana passada, Alfredo levou um homem à peça teatral do seu filho. O homem lhe deu uma gorjeta a mais por conduzi-lo a tempo. Na segunda-feira, levou uma mulher ao aeroporto onde ela abraçou a um velho amigo da universidade. Esta manhã, levou uma mulher e um homem ao hospital porque a mulher ia ter um bebê. Alfredo lhes contou sobre o dia quando ele e sua mulher, Mariana, voltaram de táxi do hospital. Agora são o

Configurando a Intercel no Xiaomi Mi A1

Abra o aplicativo Configurar ; Toque em Rede e Internet ; Toque em Rede móvel ; Toque em Avançado ; Toque em Nomes dos Pontos de Acesso ( APN ) ; Toque em + ; Toque em Nome , digite Intercel e confirme; Toque em APN , digite Internet .br  e confirme; Toque em MCC , digite 724  e confirme; Toque em MNC , digite 17  e confirme; Toque em Tipo de autenticação  e escolha PAP ; Toque em Tipo de APN , digite  default,supl e confirme; Toque em Protocolo APN  e escolha IPv4/IPv6 ; Toque em Protocolo de roaming do APN   e escolha IPv4/IPv6 ; Toque em  ⋮ e em seguida, Salvar .

Fluxo de trânsito na pré-temporada em Caraguatatuba

O verão está chegando! E Caraguatatuba já respira os ares da estação mais quente do ano. Nos pontos de acesso à cidade já é possível perceber o aumento do fluxo de veículos transitando. Com mais carros e pessoas circulando, a atenção precisa ser redobrada e os motoristas devem se conscientizar das suas responsabilidades; como afirma o técnico de transmissão Marco Aurélio: "Ah, eu acho que nós motoristas, nós motociclistas, motoristas de automóveis é que tem que respeitar o pedestre, né? Ele chegou na faixa... Muita das vezes tá  chovendo, muita das vezes ele já tá numa dificuldade por estar a pé ou tá  de transporte alternativo, né? E eu acho que é questão de educação da gente parar e esperar ele fazer a travessia, né? A gente tem que ter um pouco de paciência também."  Ainda assim, há aqueles que preferem se arriscar. Durante a gravação desta matéria, nossa equipe flagrou uma mulher correndo risco ao atravessar a rua entre os carros mesmo havendo uma faixa de pedestre a pou

Kizomba na praça

O feriado dedicado à consciência negra não passou despercebido em Caraguatatuba. Música, dança e alegria fizeram parte da festa. Quem passeava pela praça Doutor Cândido Mota, no centro da cidade, pôde conferir as atrações da vigésima terceira edição do Kizomba . O evento organizado pela ONG Zambô, trouxe aos visitantes diversas atividades com o objetivo de valorizar a luta e a cultura negra. Os participantes tiveram à sua disposição para comprar e apreciar, obras de artesanato, desenhos artísticos e caricaturas, além de provar pratos típicos como cuscuz, acarajé e caximbada - uma bebida feita à base de aguardente, abacaxi e mel. Nem as crianças ficaram de fora. Elas também puderam curtir um teatro de marionetes e se embelezar com acessórios de moda. Além da ONG Zambô, os alunos da Escola Estadual Doutor Eduardo da Costa, situada no bairro do Tinga, marcaram presença no evento. Eles produziram roupas feitas com materiais recicláveis e desfilaram pela praça com as suas criações. O cuidad