Final da Libertadores: O jogo que vai "parar" a América do Sul

O jogo que vai "parar" a América do Sul / Crédito da foto: Ramom Bitencourt/ Lance!Press

A festa da torcida atleticana no Estádio Independência será transferida para o Mineirão
Nesta quarta, às 21:50h, no Mineirão, acontecerá o jogo que vai "parar” o Brasil e porque não, o continente sul-americano: Atlético Mineiro e Olímpia decidirão o título da Copa Bridgestone Libertadores. A equipe paraguaia tem dois gols de vantagem sobre o time brasileiro. Vale lembrar que excepcionalmente nesse jogo não haverá o critério do gol fora de casa, portanto, em caso de o Galo Mineiro abrir dois gols de vantagem a partida irá para prorrogação, e permanecendo o resultado, a decisão será nas cobranças de pênaltis.

Os atleticanos estão lamentando até agora o gol de falta marcado pelo jogador Pittoni no final da partida de ida em Assunção, no Paraguai. A indecisão do goleiro Victor e do atacante Alecsandro custaram uma boa desvantagem à equipe mineira. Porém, o Galo tem totais condições de reverter a situação e se consagrar como campeão da competição, mas o Olímpia tem tradição, o que no futebol muitos chamam de “camisa”. Além disso, o time três vezes campeão da Libertadores tem outra coisa muito importante para momentos como esses: Um pacto feito por jogadores e comissão técnica, mesmo com atraso de salários e falta de dinheiro, todos no clube se uniram. Algo como tinha o Fluminense de 2009 quando se livrou do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, ou como tinha o fraco elenco do Flamengo de 2007 comandado por Joel Santana na espetacular arrancada até a classificação para o mesmo torneio continental, que hoje é disputado pelos dois times em questão.

Destaques pontuais dos finalistas


O Olímpia tem um time mais modesto, no entanto, mais aguerrido devido aos fatos que citamos acima. Em seu elenco, os paraguaios têm duas peças importantes para a engrenagem da equipe: O ótimo goleiro Martín Silva, que particularmente não sei porque é reserva de Muslera na Seleção Uruguaia. E o meio campo Pittoni que foi dispensado do Figueirense e hoje faz a diferença no finalista da Libertadores.

O Galo tem um elenco claramente melhor tecnicamente, apesar do desfalque de seus dois laterais titulares, Richarlyson e Marcos Rocha. Jogadores de nível de Seleção Brasileira como os indiscutíveis Victor, Réver, Ronaldinho, Diego Tardelli, Jô e Bernard - que não jogou a primeira partida por está suspenso - podem fazer a diferença. Além desses, o clube brasileiro tem atletas, menos badalados, que seriam titulares na maioria dos clubes do nosso continente: Leonardo Silva, Josué, Pierre, Luan, entre outros, tamanha é a capacidade técnica do Atlético Mineiro.

Se “Galo forte vingador” fizer jus a letra de seu hino e igualar, no campo, a vontade dos paraguaios terá plenas condições de levar a taça pra casa.

ESCALAÇÕES BASE:


Atlético-MG: Victor, Michel, Réver, Leonardo Silva, Junior César, Pierre, Leandro Donizete, Bernard, Ronaldinho, Diego Tardeli e Jô.
Olímpia-PAR: Martín Silva, Candia, Manzur, Miranda, Benítz, Gimenez, Aranda, Alejandro Silva, Bareiro e Salgueiro.

A voz da torcida - Atlético/MG:


Gostou do artigo? Não se esqueça de compartilhar com os amigos e parabenizar o autor deixando seu comentário abaixo!

Sobre o Autor:
Vinícius Ramalho
Vinícius Ramalho é jornalista formado em 2012. Apaixonado por esporte (principalmente por futebol) e ligado nas mídias sociais.

Postagens mais visitadas deste blog

Como seria sua vida se não existisse o celular

Coisas que aprendi estudando russo